Batista Cepelos
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Pontos-chave
- Manuel Batista Cepelos (Cotia, 10 de dezembro de 1872 — Rio de Janeiro, 8 de maio de 1915) foi um poeta, tradutor, romancista, e teatrólogo brasileiro, que viveu trabalhando como policial, advogado e promotor público.
- Apesar disso, José Paulo Paes aponta Cepelos como o primeiro, muito embora seja a data de suas traduções difícil de ser precisada.
- Biografia O poeta No trabalho poético de Batista Cepelos a poesia própria e as traduções de poemas se mesclam.
- Sílvio Romero, no entanto, em observação muito mais antiga, ao tratar dos parnasianos, depois de citar Mário de Alencar, Goulart de Andrade e outros, acrescenta, em nota: "A estes devem-se juntar os recentes: Jonas da Silva, C.
- Em verdade, Cepellos tinha traços mais simbolistas, sobretudo na obra Vaidades .
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Source summary
WikipediaManuel Batista Cepelos (Cotia, 10 de dezembro de 1872 — Rio de Janeiro, 8 de maio de 1915) foi um poeta, tradutor, romancista, e teatrólogo brasileiro, que viveu trabalhando como policial, advogado e promotor público. Notabilizado principalmente por suas traduções, especialmente de poemas de Stephane Mallarmé, foi provavelmente o primeiro a publicar uma tradução deste poeta em livro no Brasil, posto que a única tradução anterior de um trabalho do poeta francês saiu em revista, não coincidindo com as obras traduzidas pelo poeta paulista. Luís Gastão d'Escragnolle Dória teria sido, conforme o pesquisador especialista em Mallarmé, Júlio Castañon Guimarães, na verdade, o autor da primeira tradução do poeta francês no Brasil, publicada na revista Rua do Ouvidor, em 1901. Apesar disso, José Paulo Paes aponta Cepelos como o primeiro, muito embora seja a data de suas traduções difícil de ser precisada. Era ,conhecido como Baptista Capellos, Baptista Cepellos ou simplesmente Batista Cepelos.
No trabalho poético de Batista Cepelos a poesia própria e as traduções de poemas se mesclam. O autor figura na Poesia Simbolista de Péricles Eugênio da Silva Ramos. Sílvio Romero, no entanto, em observação muito mais antiga, ao tratar dos parnasianos, depois de citar Mário de Alencar, Goulart de Andrade e outros, acrescenta, em nota: "A estes devem-se juntar os recentes: Jonas da Silva, C. Porto Carreiro, Batista Cepelos e Luís Edmundo". Em verdade, Cepellos tinha traços mais simbolistas, sobretudo na obra Vaidades. No entanto, é justo que por causa de livros como Bandeirantes, obra que mereceu prefácio de Olavo Bilac, o autor seja inserido também nesse rol de autores parnasianos.
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