Constantino II da Grécia
rei da Grécia de 1964 a 1973
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Pontos-chave
- Constantino II (em grego: Κωνσταντίνος ; romanizado: Konstantínos ; Atenas, 2 de junho de 1940 – Atenas, 10 de janeiro de 2023) foi o último Rei da Grécia, reinando de 1964 até sua deposição em 1973, no contexto da abolição da monarquia e da consolidação da Terceira República Helênica.
- Seu reinado foi marcado por intensa instabilidade política, agravada por sua tentativa de intervir diretamente nos assuntos governamentais, culminando no golpe de Estado militar de 1967.
- Com o colapso da ditadura militar em 1974, o governo grego convocou um referendo para definir a forma de governo do país.
- As propriedades da antiga família real foram confiscadas pelo Estado, dando origem a prolongados litígios judiciais entre Constantino II e o governo grego.
- Em 2007, pesquisas de opinião indicaram que apenas 12% da população grega possuía uma imagem favorável do ex-monarca.
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Source summary
WikipediaConstantino II (em grego: Κωνσταντίνος; romanizado: Konstantínos; Atenas, 2 de junho de 1940 – Atenas, 10 de janeiro de 2023) foi o último Rei da Grécia, reinando de 1964 até sua deposição em 1973, no contexto da abolição da monarquia e da consolidação da Terceira República Helênica. Único filho homem do rei Paulo I da Grécia e de sua esposa, a rainha Frederica de Hanôver, Constantino era também Príncipe da Dinamarca desde o nascimento, como descendente agnático do rei Cristiano IX da Dinamarca. Seu reinado foi marcado por intensa instabilidade política, agravada por sua tentativa de intervir diretamente nos assuntos governamentais, culminando no golpe de Estado militar de 1967. Após uma tentativa fracassada de contragolpe, Constantino foi forçado ao exílio, residindo inicialmente em Roma.
Com o colapso da ditadura militar em 1974, o governo grego convocou um referendo para definir a forma de governo do país. A república foi confirmada por cerca de 70% dos votos, embora Constantino tenha alegado não ter tido permissão para retornar à Grécia e conduzir uma campanha em defesa da monarquia.
As propriedades da antiga família real foram confiscadas pelo Estado, dando origem a prolongados litígios judiciais entre Constantino II e o governo grego. Durante grande parte de seu exílio, viveu em Londres. Em 2007, pesquisas de opinião indicaram que apenas 12% da população grega possuía uma imagem favorável do ex-monarca. As reações oficiais à sua morte foram discretas, e a então presidente da Grécia, Katerina Sakellaropoulou, não emitiu declaração pública sobre o falecimento.
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