Eleição presidencial na Venezuela em 2024
16º pleito presidencial venezuelano
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Pontos-chave
- A eleição presidencial na Venezuela em 2024 ocorreu em 28 de julho para escolher um presidente para um mandato de seis anos, com início em 10 de janeiro de 2025.
- O presidente Nicolás Maduro concorreu a um terceiro mandato consecutivo, enquanto o ex-diplomata Edmundo González Urrutia representou a Plataforma Unitária Democrática (PUD), a principal aliança política de oposição.
- Em junho de 2023, a principal candidata, María Corina Machado, foi proibida de participar pelo governo venezuelano sob a acusação de envolvimento em corrupção.
- Pesquisas realizadas antes da eleição indicavam que González venceria com ampla margem.
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Source summary
WikipediaA eleição presidencial na Venezuela em 2024 ocorreu em 28 de julho para escolher um presidente para um mandato de seis anos, com início em 10 de janeiro de 2025. A eleição, marcada por controvérsias, ocorreu em um contexto onde o governo de Maduro controlava todo o poder e reprimia a oposição política.
O presidente Nicolás Maduro concorreu a um terceiro mandato consecutivo, enquanto o ex-diplomata Edmundo González Urrutia representou a Plataforma Unitária Democrática (PUD), a principal aliança política de oposição. Outros candidatos importantes da oposição venezuelana foram impedidos pelo governo de participar da eleição durante as suas campanhas ou em eleições anteriores. Em junho de 2023, a principal candidata, María Corina Machado, foi proibida de participar pelo governo venezuelano sob a acusação de envolvimento em corrupção. Esse ato foi considerado pela oposição como uma violação dos direitos políticos e foi condenado por organismos internacionais como a Organização dos Estados Americanos, a União Europeia e a Human Rights Watch, além de vários estados.
Pesquisas realizadas antes da eleição indicavam que González venceria com ampla margem. Após o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), controlado pelo governo, anunciar resultados parciais apontando uma vitória apertada de Maduro em 29 de julho, líderes mundiais expressaram predominantemente ceticismo quanto aos resultados divulgados e não reconheceram as alegações do CNE, com exceções como os líderes da Bolívia, Rússia, China, Irã e Cuba, entre outros, que parabenizaram Maduro. Tanto González quanto Maduro se declararam vencedores da eleição. Os resultados da eleição não foram reconhecidos pelo Carter Center e pela Organização dos Estados Americanos devido à falta de resultados detalhados, sendo contestados pela oposição, que reivindicou a vitória e apresentou acesso às contagens de votos coletadas por observadores eleitorais de uma maioria dos centros de votação como prova.
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