Florestan Fernandes
Sociólogo e político brasileiro
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Pontos-chave
- Florestan Fernandes (São Paulo, 22 de julho de 1920 – São Paulo, 10 de agosto de 1995) foi um sociólogo, etnólogo, intelectual e político brasileiro, patrono da sociologia brasileira sob a lei nº 11 325.
- De orientação marxista, sua obra é considerada o marco inicial da sociologia crítica brasileira.
- Florestan teve uma trajetória peculiar para um acadêmico brasileiro: de origens humildes, trabalhou desde a sua infância, como engraxate e garçom enquanto cursava a escola primária.
- Ele produziu uma sociologia crítica que atravessou as paredes da universidade e o acompanha numa vida de intenso debate público e militância política.
- Recebeu o Prêmio Jabuti em 1964, pelo livro Corpo e Alma do Brasil e foi agraciado postumamente em 1996 com o Prêmio Anísio Teixeira.
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Source summary
WikipediaFlorestan Fernandes (São Paulo, 22 de julho de 1920 – São Paulo, 10 de agosto de 1995) foi um sociólogo, etnólogo, intelectual e político brasileiro, patrono da sociologia brasileira sob a lei nº 11 325. Foi um dos intelectuais brasileiros mais influentes do século XX, com contribuições notórias para o estudo do racismo, dos direitos humanos e da desigualdade social no país. De orientação marxista, sua obra é considerada o marco inicial da sociologia crítica brasileira. Em seu nome foram batizados auditórios, escolas, centros de estudantes e bibliotecas, como a da Universidade de São Paulo, e diversos edifícios públicos.
Florestan teve uma trajetória peculiar para um acadêmico brasileiro: de origens humildes, trabalhou desde a sua infância, como engraxate e garçom enquanto cursava a escola primária. Segundo ele, sua formação acadêmica nunca se sobrepôs que ele chamou de sua formação humana, adquirida nas relações pessoais por trabalhar durante sua infância e adolescência.
Ele produziu uma sociologia crítica que atravessou as paredes da universidade e o acompanha numa vida de intenso debate público e militância política. Também foi deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores, e participou da Assembleia Nacional Constituinte. Recebeu o Prêmio Jabuti em 1964, pelo livro Corpo e Alma do Brasil e foi agraciado postumamente em 1996 com o Prêmio Anísio Teixeira.
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