Intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela
intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa
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Pontos-chave
- Intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela refere-se a uma operação militar, sob o codinome Operação Resolução Absoluta , conduzida pelos Estados Unidos em 3 de janeiro de 2026, em meio à escalada das tensões entre os dois países.
- Mais tarde, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país, enquanto o governo venezuelano classificou a ação como uma agressão militar estrangeira, denunciando a violação de sua soberania e decretando estado de emergência.
- Autoridades norte-americanas e de outros países questionaram a legalidade dos ataques.
- Muitos líderes mundiais e vários especialistas em direito internacional repudiaram e afirmaram que a operação violou a Carta da ONU e a soberania da Venezuela, enquanto alguns líderes expressaram apoio à operação.
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Source summary
WikipediaIntervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela refere-se a uma operação militar, sob o codinome Operação Resolução Absoluta, conduzida pelos Estados Unidos em 3 de janeiro de 2026, em meio à escalada das tensões entre os dois países. Na madrugada desse dia foram registradas explosões, ataques aéreos e movimentações militares em diversas regiões da Venezuela, incluindo áreas próximas a Caracas. Mais tarde, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país, enquanto o governo venezuelano classificou a ação como uma agressão militar estrangeira, denunciando a violação de sua soberania e decretando estado de emergência.
A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, disse que Maduro e esposa enfrentariam acusações de "narcoterrorismo", embora, meses antes, Trump havia concedido perdão presidencial ao ex-presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, condenado nos Estados Unidos pelo mesmo tipo de crime. Autoridades norte-americanas e de outros países questionaram a legalidade dos ataques. O governo Trump não notificou o Congresso sobre a operação com antecedência. Muitos líderes mundiais e vários especialistas em direito internacional repudiaram e afirmaram que a operação violou a Carta da ONU e a soberania da Venezuela, enquanto alguns líderes expressaram apoio à operação.
Em uma coletiva de imprensa no mesmo dia, Donald Trump disse que os Estados Unidos governariam a Venezuela por um período de tempo, assumindo o controle do país, bem como que os EUA e as empresas norte-americanas estarão "muito fortemente envolvidos" na indústria petrolífera venezuelana e "venderão grandes quantidades de petróleo para outros países".
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