O Livro Negro do Comunismo
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Pontos-chave
- O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão (em francês, Le Livre noir du communisme: Crimes, terreur, répression ) é uma obra anticomunista coletiva de professores e pesquisadores universitários europeus.
- As edições lusófonas foram lançadas pela editora Bertrand no Brasil e pela Quetzal Editores em Portugal.
- Malgrado seu sucesso comercial, a obra é bastante controversa.
- Por outro lado, o livro também foi bastante criticado por diversos acadêmicos e intelectuais, marxistas ou não, que o acusaram de divulgar dados incorretos, inflacionar números, distorcer e manipular narrativas e banalizar a tragédia do Holocausto.
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Source summary
WikipediaO Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão (em francês, Le Livre noir du communisme: Crimes, terreur, répression) é uma obra anticomunista coletiva de professores e pesquisadores universitários europeus. Foi editado e prefaciado por Stéphane Courtois, diretor de pesquisas do Centre national de la recherche scientifique (CNRS), em colaboração com Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartošek e Jean-Louis Margolin. Originalmente publicada na França pela editora Robert Laffont, a obra foi lançada por ocasião dos 80 anos da Revolução Russa e se propõe a realizar um inventário da repressão política, execuções extra-judiciais, deportações, crimes de guerra e abusos de direitos humanos alegadamente perpetrados por regimes comunistas. As edições lusófonas foram lançadas pela editora Bertrand no Brasil e pela Quetzal Editores em Portugal.
O Livro Negro do Comunismo se tornou um best-seller, vendendo mais de um milhão de exemplares em todo o mundo e sendo traduzido para 26 idiomas. Malgrado seu sucesso comercial, a obra é bastante controversa. O livro recebeu elogios de muitos articulistas liberais e conservadores em periódicos dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Europa Oriental, sendo também adotado sem reservas por políticos e ideólogos ligados à extrema-direita ou à Nova Direita. Por outro lado, o livro também foi bastante criticado por diversos acadêmicos e intelectuais, marxistas ou não, que o acusaram de divulgar dados incorretos, inflacionar números, distorcer e manipular narrativas e banalizar a tragédia do Holocausto. Entre os críticos estão dois dos co-autores da obra, Jean-Louis Margolin e Nicolas Werth, que afirmam que o editor Stéphane Courtois inventou e deliberadamente manipulou informações.
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