Plínio Salgado
Político, escritor, chefe nacional da Ação Integralista Brasileira
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Pontos-chave
- Inicialmente um adepto da ditadura de Getúlio Vargas, posteriormente foi preso e obrigado a se exilar em Portugal, acusado de promover levantes contra o governo.
- Foi também candidato à presidência da República no pleito de 1955, obtendo 8,28% dos votos.
- Se aposentou da vida política em 1974, apenas um ano antes de sua morte.
- Biografia Nascido na pequena cidade de São Bento do Sapucaí, Plínio Salgado era filho do coronel Francisco das Chagas Salgado (positivista) e da professora Ana Francisca Rennó Cortez, com quem aprendeu as primeiras letras.
- Seu avô paterno, Manuel Esteves da Costa, era filho dum partidário do miguelismo no contexto das Guerras Liberais.
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Source summary
WikipediaPlínio Salgado (São Bento do Sapucaí, 22 de janeiro de 1895 – São Paulo, 8 de dezembro de 1975) foi um escritor, jornalista, poeta e político conservador brasileiro que fundou e liderou a Ação Integralista Brasileira (AIB), partido nacionalista católico de extrema-direita inspirado nos princípios do movimento fascista italiano.
Inicialmente um adepto da ditadura de Getúlio Vargas, posteriormente foi preso e obrigado a se exilar em Portugal, acusado de promover levantes contra o governo. Após retornar ao Brasil, lançou o Partido de Representação Popular (PRP), sendo eleito para representar o Paraná na Câmara dos Deputados em 1958 e reeleito em 1962, desta vez para representar São Paulo. Foi também candidato à presidência da República no pleito de 1955, obtendo 8,28% dos votos. Após o Golpe de Estado de 1964, que acabou por extinguir os partidos políticos, se juntou à Aliança Renovadora Nacional (Arena), obtendo mais dois mandatos na Câmara. Se aposentou da vida política em 1974, apenas um ano antes de sua morte. Foi membro da Academia Paulista de Letras, tendo também fundado alguns jornais.
Nascido na pequena cidade de São Bento do Sapucaí, Plínio Salgado era filho do coronel Francisco das Chagas Salgado (positivista) e da professora Ana Francisca Rennó Cortez, com quem aprendeu as primeiras letras. Sua família era de origem portuguesa. Seu avô paterno, Manuel Esteves da Costa, era filho dum partidário do miguelismo no contexto das Guerras Liberais. Plínio era uma criança muito ativa na escola, tendo desenvolvido gosto por matemática e geometria. Aos dezesseis anos de idade, seu pai morreu — fato que, de acordo com alguns relatos, o transformou num jovem amargo. Após o acontecimento, Plínio demonstrou grande interesse por filosofia e psicologia.
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