Sara Huff
ativista política brasileira
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Pontos-chave
- Sara Fernanda Giromini , conhecida como Sara Winter ou Sara Huff (São Carlos, 18 de junho de 1992), é uma ativista conhecida por sua antiga militância no movimento feminista e, mais recentemente, por sua associação a grupos extremistas na extrema-direita política.
- Amigos de juventude de Sara declararam que seus posicionamentos dependiam das oportunidades e de seus interesses.
- Sete Vezes que Fui Traída pelo Feminismo .
- A professora de filosofia e escritora ligada a esse movimento, Marcia Tiburi, afirma que Sara não pode ser considerada ex-feminista porque nunca foi feminista, e mentiu ao se apresentar como tal para obter lucros financeiros com isso.
- Na segunda metade de 2013 fundou um grupo próprio, o BastardXs , que aceitava homens entre seus militantes.
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Source summary
WikipediaSara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter ou Sara Huff (São Carlos, 18 de junho de 1992), é uma ativista conhecida por sua antiga militância no movimento feminista e, mais recentemente, por sua associação a grupos extremistas na extrema-direita política. Apesar do seu posicionamento atual, Sara mudou de posicionamento político muitas vezes, chegando a dar palestra ao Partido dos Trabalhadores (partido da esquerda brasileira) e elogiando Lula. Amigos de juventude de Sara declararam que seus posicionamentos dependiam das oportunidades e de seus interesses.
Depois de deixar o movimento feminista, a que chamou "intolerante", escreveu um livro digital com o título Vadia, Não! Sete Vezes que Fui Traída pelo Feminismo. Contudo, sua militância nessa causa é contestada. A professora de filosofia e escritora ligada a esse movimento, Marcia Tiburi, afirma que Sara não pode ser considerada ex-feminista porque nunca foi feminista, e mentiu ao se apresentar como tal para obter lucros financeiros com isso.
Foi fundadora da célula brasileira do grupo extremista FEMEN, tendo sido acusada de utilizar de forma indevida a verba que recebia do grupo. Na segunda metade de 2013 fundou um grupo próprio, o BastardXs, que aceitava homens entre seus militantes. Entre 2013 e 2014 instituições de grupos feministas dizem ter expulsado Sara, a acusando de uso de verba recebida para sua autopromoção. A partir de 2015, passou a participar do "grupo Pró-Mulher", ao mesmo tempo em que começou a militar contra as pautas que outrora defendia, incluindo a construção social dos gêneros, o feminismo, e a legalização do aborto, defendendo desde então posições políticas ligadas à direita e ao conservadorismo.
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